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IBLRInstituto Brasileiro
de Logística Reversa

Arquitetura da cadeia

Um ecossistema com papéis explícitos e evidências em cada camada

Nenhum agente sustenta sozinho uma cadeia de logística reversa rastreável. O desenho abaixo organiza responsabilidades e fluxos de informação.

  1. Fabricantes e importadores

    Origem da obrigação de logística reversa e da demanda por comprovação.

  2. IBLR

    Governança, integração e metodologia comum entre os participantes.

  3. Tecnologia de rastreabilidade

    Captura de dados, documentação vinculada e trilha de evidências.

  4. Cooperativas, operadores, transportadores e recicladores

    Execução física da coleta, transporte, triagem e processamento.

  5. Destinação e recuperação de materiais

    Retorno do material ao ciclo produtivo ou destinação ambientalmente adequada.

  6. Evidências, indicadores e transparência

    Consolidação documental, indicadores e publicação de resultados verificáveis.

Modelo aberto a operadores independentes, segundo critérios técnicos, jurídicos e ambientais.

Agentes

Quem compõe o ecossistema

Descrição genérica por tipo de agente. O IBLR não cita empresas nem sugere vínculos inexistentes.

  • Fabricantes e importadores

    Responsáveis por sistemas individuais ou coletivos de logística reversa e pela comprovação dos resultados exigidos.

  • Poder público e órgãos ambientais

    Definem exigências, fiscalizam e podem articular estruturas locais de recebimento e educação ambiental.

  • Entidades gestoras

    Organizam sistemas coletivos e demandam interfaces documentais consistentes com os operadores da cadeia.

  • Cooperativas e associações

    Sustentam boa parte da coleta e triagem no país; a inclusão produtiva é condição do modelo, não consequência.

  • Operadores logísticos

    Executam transporte e movimentação, elo em que se concentram as maiores lacunas de rastreabilidade.

  • Desmontadores e recicladores

    Realizam desmontagem, segregação e processamento, gerando os dados que fecham o balanço de massa.

  • Universidades e ICTs

    Produzem conhecimento sobre rotas tecnológicas, recuperação de materiais e avaliação de desempenho ambiental.

  • Empresas de tecnologia

    Fornecem captura de dados, rastreabilidade e documentação digital, sob princípio de neutralidade tecnológica.

  • Instituições de pesquisa

    Apoiam metodologia, verificação e análise crítica dos indicadores setoriais.

  • Empresas consumidoras de matérias-primas secundárias

    Fecham o ciclo ao absorver materiais recuperados, exigindo qualidade e procedência comprovada.

Participação

Seu agente pode integrar o ecossistema

Operadores, cooperativas, universidades, municípios e empresas de tecnologia podem registrar interesse por caminhos específicos.

Ver caminhos de parceria