Ir para o conteúdo
IBLRInstituto Brasileiro
de Logística Reversa

IBLR · Resultado, elo a elo

Infraestrutura institucional para uma logística reversa rastreável.

Conectamos indústria, operadores, cooperativas, tecnologia, pesquisa e poder público para fortalecer cadeias circulares transparentes, auditáveis e capazes de gerar impacto comprovado.

Associação privada · Sem fins lucrativos · Atuação nacional · Sede em Sorocaba/SP · CNPJ 68.805.659/0001-59

Todo resultado ambiental confiável se constrói na sequência dos seus elos: origem, movimento, recuperação e prova.

O desafio não é apenas coletar e reciclar. É integrar a cadeia, comprovar os resultados e transformar cada operação em evidência confiável.

O IBLR não existe para substituir quem já atua. Cooperativas, operadores logísticos, desmontadores, recicladores e empresas de tecnologia já sustentam a operação real da logística reversa brasileira — muitas vezes sem estrutura institucional que reconheça e comprove esse trabalho.

Nosso papel é conectar a cadeia, fortalecer operadores, desenvolver conhecimento aplicado e transformar operações ambientais em resultados transparentes e comprováveis, com metodologia comum e evidências que resistam à verificação externa.

O IBLR não vende confiança por declaração. Constrói confiança por evidência.

Elo a elo

A cadeia precisa de confiança

Cada etapa do percurso de um material gera registros. Quando esses registros são padronizados, datados e verificáveis, deixam de ser papéis avulsos e passam a formar uma cadeia de custódia contínua.

Referência metodológica em desenvolvimento pelo IBLR. Os documentos citados dependem da regulamentação aplicável a cada cadeia e das habilitações de cada operador.

Ver protocolo em elaboração

Diagnóstico e resposta

O que trava a cadeia — e o que o IBLR faz a respeito

Quatro lacunas estruturais na comprovação de resultados ambientais no país e as cinco funções institucionais com que o instituto responde a elas.

  • 01Fragmentação entre agentes

    Indústria, operadores, cooperativas e poder público trabalham com interfaces frágeis, contratos dispersos e pouca coordenação técnica entre elos da mesma cadeia.

  • 02Baixa rastreabilidade e evidências frágeis

    Registros incompletos, documentos desconexos e ausência de cadeia de custódia dificultam comprovar origem, percurso e destinação final dos materiais.

  • 03Assimetria entre exigência e capacidade

    A exigência regulatória cresce mais rápido do que a capacidade documental, técnica e financeira de boa parte dos operadores que executam a coleta e o processamento.

  • 04Conhecimento técnico disperso

    Estudos, dados setoriais e experiências relevantes existem, mas raramente chegam de forma aplicável a quem decide e a quem opera no dia a dia.

Resposta institucional

  • Governança

    Regras, critérios e responsabilidades claras entre os participantes.

  • Integração

    Articulação entre indústria, operadores, cooperativas, pesquisa e poder público.

  • Metodologia

    Protocolos comuns de registro, documentação e balanço de massa.

  • Conhecimento

    Pesquisa aplicada, publicações técnicas e formação continuada.

  • Rastreabilidade

    Estruturação de evidências verificáveis ao longo de toda a cadeia de custódia.

Divisão de papéis entre governança, tecnologia e operação
CamadaQuem respondeEscopo
GovernançaIBLRDefine método, critérios de registro, requisitos de evidência e regras de transparência entre os participantes.
TecnologiaProvedores especializadosSistemas de registro, rastreabilidade e integração de dados que sustentam a trilha de auditoria.
OperaçãoOperadores habilitadosColeta, transporte, triagem, desmontagem, processamento e destinação — executados por quem detém as habilitações exigidas.

A execução física — coleta, transporte, triagem, desmontagem, processamento e destinação — é sempre realizada pelos operadores habilitados e contratados de cada cadeia. O IBLR não executa operação física.

Escopo

Frentes de atuação

Seis frentes que organizam os programas, projetos e publicações do instituto.

Arquitetura

Ecossistema

As camadas que compõem uma cadeia de logística reversa rastreável, do gerador da obrigação à publicação das evidências.

  1. Fabricantes e importadores

    Origem da obrigação de logística reversa e da demanda por comprovação.

  2. IBLR

    Governança, integração e metodologia comum entre os participantes.

  3. Tecnologia de rastreabilidade

    Captura de dados, documentação vinculada e trilha de evidências.

  4. Cooperativas, operadores, transportadores e recicladores

    Execução física da coleta, transporte, triagem e processamento.

  5. Destinação e recuperação de materiais

    Retorno do material ao ciclo produtivo ou destinação ambientalmente adequada.

  6. Evidências, indicadores e transparência

    Consolidação documental, indicadores e publicação de resultados verificáveis.

Modelo aberto a operadores independentes, segundo critérios técnicos, jurídicos e ambientais.

Ver ecossistema detalhado

Indicadores

Números só quando forem auditáveis

O IBLR não divulga estimativas nem projeções como se fossem resultados. Os indicadores abaixo serão preenchidos à medida que houver dados verificados.

Indicadores institucionais e situação de verificação
IndicadorUnidadeValor
Massa com cadeia de custódia completat
Lotes com balanço de massa conciliadoun
Operadores integrados à metodologiaun
Relatórios submetidos a verificação externaun

Indicadores serão publicados quando verificados

Inteligência da circularidade

Observatório da Circularidade

Séries públicas internacionais — renda, urbanização, materiais, resíduos e emissões — em uma visualização que acompanha 137 países ao longo do tempo, com fontes e metodologia declaradas em cada indicador.

Explorar o Observatório

Cooperação

Construa uma parceria com o IBLR

Indústrias, operadores, cooperativas, universidades, municípios e empresas de tecnologia podem se aproximar do instituto por caminhos específicos de colaboração.

Resultado, elo a elo