IBLR · Inteligência da Circularidade
Dados que mostram como o mundo consome, descarta e recupera valor.
Explore relações entre desenvolvimento, urbanização, materiais, resíduos e impacto ao longo do tempo — com fontes, contexto e metodologia visíveis.
Todas as séries vêm de bases públicas internacionais, com fonte, período e nota metodológica declarados. O mesmo princípio do Protocolo de Evidências do IBLR: número sem fonte não é indicador.
Camada conceitual
Metabolismo urbano e industrial
Cidades e economias funcionam como organismos: recebem fluxos, transformam, acumulam e devolvem.
Toda economia recebe continuamente dois fluxos físicos de entrada — energia e materiais — e os transforma em produtos, edificações, redes de infraestrutura e serviços. Parte desse fluxo é consumida de imediato; outra parte permanece em uso por anos ou décadas, acumulada dentro das cidades sob a forma de estoque.
Ao fim da vida útil, esse estoque volta a se mover: torna-se fluxo de saída. Pode sair como resíduo disperso, com perda integral do valor material e da energia já investida em extrair, refinar e transformar; ou pode sair como material recuperado, retornando ao ciclo produtivo com origem, percurso e destinação documentados.
Circularidade, nesta leitura, não é um valor abstrato: é a capacidade instalada de recuperar valor dos fluxos de saída, medida com evidência e rastreabilidade. É por isso que o observatório trata energia, materiais, emissões e resíduos como partes de um mesmo sistema, e não como temas separados.
Fluxos de entrada
Energia primária
combustíveis, eletricidade, biomassa
Materiais
minérios, metais, minerais não metálicos, biomassa
Estoque em uso
Edificações e infraestrutura
aço, cimento, cobre, alumínio
Produtos duráveis
veículos, eletrodomésticos, eletrônicos, baterias
Fluxos de saída
Resíduos e emissões
perda de valor e de energia embutida
Materiais recuperados
retorno ao ciclo com evidência
Recuperação com evidência: logística reversa, desmontagem, reciclagem e mineração urbana.
O mundo dos materiais — explorador interativo
Carregando o observatório…
Observatório · Séries históricas
Transições: energia e materiais
Toda transição energética é também uma transição de materiais.
Biomassa, carvão, petróleo, gás, hidrelétricas, painéis e turbinas mobilizam metais, minerais e infraestrutura. Cada fonte tem uma composição física própria e uma vida útil definida; ao fim dela, o que foi instalado se converte em fluxo de retorno.
O Observatório acompanha esse caminho para situar a logística reversa dentro do metabolismo energético: entender o que entra na matriz hoje é a forma mais direta de dimensionar o que precisará ser recuperado depois.
Consumo mundial de energia primária por fonte
A área empilhada mostra quanta energia o mundo consome por ano e de quais fontes — o carvão do século XIX não desapareceu quando o petróleo chegou; cada fonte nova se somou às anteriores.
Eixo vertical em TWh ao ano.
- Biomassa tradicional
- Carvão
- Petróleo
- Gás natural
- Hidrelétrica
- Nuclear
- Eólica
- Solar
- Biocombustíveis
- Outras renováveis
- Origem
- Estatística pública internacional
- Natureza
- Estimativa histórica reconstruída até 1964; dado observado a partir de 1965
- Unidade
- TWh ao ano (método de substituição)
- Período
- 1800–2025
- Fonte
- Our World in Data — dataset “energy”, derivado do Energy Institute Statistical Review of World Energy e de estimativas históricas de Vaclav Smil
- Série
- global-primary-energy
- Licença
- CC BY 4.0 (Our World in Data)
Valores em terawatt-hora de energia primária pelo método de substituição: a eletricidade de fontes não fósseis é convertida ao equivalente em energia primária que seria necessário para gerá-la em usinas térmicas, tornando as fontes comparáveis entre si. Até 1964, a série é reconstrução histórica (estimativa); de 1965 em diante vem do levantamento estatístico anual do Energy Institute. Anos anteriores a 1965 são publicados em intervalos decenais e depois quinquenais. O método de substituição da Energy Institute/OWID difere da contabilidade da EPE; por isso, participações do Brasil neste gráfico mundial não devem ser comparadas com o Gráfico 2.
Documentação da sérieOferta Interna de Energia do Brasil por fonte — 2024
Metade da energia disponibilizada no Brasil em 2024 veio de fontes renováveis — a maior parte delas biomassa (cana, lenha, licor preto), não eletricidade. Isso importa para a logística reversa: cada uma dessas cadeias deixa um resíduo físico diferente.
Ano base 2024 · total 322,0 Mtep (+2,4% sobre 2023, que foi 314,5 Mtep)
Renováveis
161,0 Mtep · 50,0%
Biomassa da cana
53,7 Mtep · 16,7%
Energia hidráulica (inclui importação de eletricidade)
37,3 Mtep · 11,6%
Lenha e carvão vegetal (inclui cavaco de madeira)
27,4 Mtep · 8,5%
Licor preto e outras renováveis
26,2 Mtep · 8,1%
Eólica
9,3 Mtep · 2,9%
Solar (fotovoltaica centralizada, MMGD e térmica)
7,2 Mtep · 2,2%
Não renováveis
161,0 Mtep · 50,0%
Petróleo e derivados
109,6 Mtep · 34,0%
Gás natural
31,0 Mtep · 9,6%
Carvão mineral
14,4 Mtep · 4,5%
Urânio (U3O8)
4,2 Mtep · 1,3%
Outras não renováveis
1,8 Mtep · 0,6%
- Fontes renováveis
- Fontes não renováveis
Renovabilidade da Oferta Interna de Energia
- Brasil 202450,0%
- Brasil 202349,1%
- Brasil 202247,2%
- Mundo 202214,3%
- OCDE 202313,2%
Anos de referência diferentes: a AIE publica com defasagem; não comparar como se fossem o mesmo ano. Dados da AIE elaborados pela EPE (BEN 2025, p. 13).
- Origem
- Estatística pública internacional
- Natureza
- Dado observado — transcrito do relatório oficial da EPE (BEN 2025, p. 13, 17 e 19); atualização anual manual até haver endpoint de dados abertos integrado ao pipeline
- Unidade
- Mtep e % da OIE
- Período
- ano base 2024
- Fonte
- EPE — Balanço Energético Nacional 2025, Relatório Síntese, ano base 2024, publicado em 28/05/2025
- Série
- BEN 2025 — Oferta Interna de Energia (OIE)
- Licença
- Publicação oficial da Empresa de Pesquisa Energética (EPE/MME)
A Oferta Interna de Energia mede toda a energia disponibilizada no país, incluindo perdas de transformação e distribuição. Os valores foram transcritos manualmente do Relatório Síntese do BEN 2025 (páginas 13, 17 e 19); as séries históricas completas estão publicadas em planilha pela EPE e ainda não são lidas de forma automatizada pelo pipeline do Observatório. A contabilidade da EPE difere do método de substituição usado no Gráfico 1, o que explica participações distintas de renováveis para o Brasil.
Documentação da sérieCapacidade instalada acumulada de solar fotovoltaica e eólica no Brasil
Duas curvas de capacidade acumulada em megawatts: cada megawatt instalado corresponde a um volume físico de módulos, estruturas, pás, ímãs, cabos e eletrônica de potência hoje em operação.
Eixo vertical em MW acumulados.
- Solar fotovoltaica
- Eólica
Conferência com fonte oficial brasileira — EPE, BEN 2025, p. 48 (capacidade instalada inclui MMGD): eólica 28.682 MW em 2023 e 29.550 MW em 2024; solar 37.843 MW em 2023 e 48.468 MW em 2024. Valores apresentados apenas como referência de conferência: origens distintas não são combinadas no mesmo traço do gráfico.
- Origem
- Estatística pública internacional
- Natureza
- Dado observado (capacidade reportada pelos países à IRENA)
- Unidade
- MW de capacidade acumulada
- Período
- 2005–ano mais recente publicado
- Fonte
- IRENA — Renewable Capacity Statistics, compilado por Our World in Data
- Série
- installed-solar-pv-capacity · cumulative-installed-wind-energy-capacity-gigawatts
- Licença
- CC BY 4.0 (Our World in Data); dados IRENA sob termos da IRENA
Capacidade acumulada em operação ao fim de cada ano, convertida de gigawatts para megawatts. Inclui geração centralizada e distribuída conforme reportado à IRENA. Difere do cadastro da ANEEL (SIGA), que adota critérios próprios de outorga e fiscalização.
Documentação da sérieA capacidade instalada hoje define o volume de painéis, pás, ímãs e eletrônica que retornará como resíduo nas próximas décadas. O objeto da logística reversa de amanhã já está no gráfico de hoje.
Uma série prevista para esta seção não está publicada aqui: os fatores de emissão de ciclo de vida por tecnologia de geração (NREL LCA Harmonization). A fonte não pôde ser obtida de forma automatizada e reprodutível pelo pipeline do Observatório; nenhum valor foi estimado para preencher a lacuna. A Oferta Interna de Energia do BEN/EPE é publicada aqui por transcrição manual do relatório oficial, enquanto a leitura automatizada das séries históricas da EPE não estiver integrada ao pipeline.
Conceito IBLR
A cidade como estoque de recursos
O material que uma cidade recebe não desaparece: fica guardado dentro dela, em uso, por anos.
Automóveis, eletrodomésticos, eletrônicos, baterias, cabos, tubulações e estruturas acumulam aço, cobre, alumínio, plásticos técnicos e metais estratégicos ao longo de toda a sua vida útil. Cada ano de desenvolvimento e de urbanização adiciona toneladas a esse estoque — que é físico, localizado e, em grande medida, conhecido.
Quando esses bens chegam ao fim da vida, o estoque volta a se tornar fluxo. É nesse ponto que logística reversa, desmontagem, reciclagem e mineração urbana deixam de ser serviços de destinação e passam a ser infraestrutura de recuperação: o meio pelo qual um país reaproveita material já processado, com a energia de extração e refino primários em boa parte já paga.
O observatório não mede esse estoque diretamente — não existe série pública internacional que o faça com comparabilidade anual. O que os indicadores exibidos permitem é dimensionar as entradas que o alimentam e as saídas que dele resultam, ano a ano, país a país.
Aço
estruturas, veículos, eletrodomésticos
Cobre
cabos, motores, redes elétricas
Alumínio
esquadrias, embalagens, componentes automotivos
Plásticos técnicos
eletrônicos, componentes, embalagens
Metais estratégicos
baterias, placas eletrônicas, ímãs
Se o desenvolvimento aumenta o estoque de materiais dentro das cidades, quanto desse valor estamos preparados para recuperar?
É a pergunta que o IBLR trabalha para tornar respondível com evidência — não com estimativa.
Evidência
Fontes e metodologia
Cada série exibida no observatório tem origem, código, período, licença e nota metodológica declarados. Nenhum valor é estimado ou simulado pelo IBLR.
PIB per capita (paridade de poder de compra)
dólares internacionais constantes de 2021, por habitante
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators
Série NY.GDP.PCAP.PP.KD · 1990–2025 · extração via API pública do Banco Mundial
Produto interno bruto convertido por paridade de poder de compra (PPC), a preços constantes de 2021, dividido pela população. Permite comparar padrões de renda entre países descontando diferenças de custo de vida.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
População urbana
% da população total
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators (dados ONU/DESA, World Urbanization Prospects)
Série SP.URB.TOTL.IN.ZS · 1990–2025 · extração via API pública do Banco Mundial
Parcela da população que vive em áreas urbanas, segundo as definições nacionais compiladas pela Divisão de População da ONU.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
População total
habitantes
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators (dados ONU/DESA)
Série SP.POP.TOTL · 1990–2025 · extração via API pública do Banco Mundial
Estimativas de população residente no meio do ano.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
Uso de energia primária per capita
quilogramas equivalentes de petróleo por habitante ao ano
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators (balanços energéticos nacionais)
Série EG.USE.PCAP.KG.OE · 1990–2024 · extração via API pública do Banco Mundial
Uso de energia primária por habitante, expresso em quilogramas equivalentes de petróleo (kgep). Corresponde à produção doméstica somada às importações e variações de estoque, menos exportações e combustíveis fornecidos a transporte internacional. É a medida mais direta do fluxo físico de energia que atravessa uma economia.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
Intensidade energética da economia
megajoules por dólar internacional de PIB (PPC de 2021)
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators (indicador ODS 7.3.1; AIE/IRENA/ONU)
Série EG.EGY.PRIM.PP.KD · 2000–2022 · extração via API pública do Banco Mundial
Razão entre a oferta de energia primária e o produto interno bruto medido em paridade de poder de compra. Quanto menor o valor, menos energia a economia precisa mobilizar para gerar a mesma unidade de valor — é o indicador público mais próximo do conceito de eficiência no uso de energia.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
Participação de renováveis no consumo final de energia
% do consumo final de energia
Fonte: Banco Mundial — World Development Indicators (indicador ODS 7.2.1; AIE/IRENA/ONU)
Série EG.FEC.RNEW.ZS · 1990–2022 · extração via API pública do Banco Mundial
Parcela do consumo final de energia atendida por fontes renováveis, incluindo hidrelétrica, biomassa tradicional e moderna, eólica e solar. A série não distingue biomassa tradicional de renováveis modernas, o que exige cautela ao comparar países de renda muito distinta.
Série publicada até 2022. Como reúne biomassa tradicional e renováveis modernas em um único percentual, valores altos podem indicar tanto matriz limpa quanto dependência de lenha e carvão vegetal.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
Consumo material doméstico per capita
toneladas por habitante ao ano
Fonte: ONU — Base Global de Indicadores ODS (indicador 12.2.2; dados PNUMA, Global Material Flows Database)
Série EN_MAT_DOMCMPC · 2000–2022 · extração via API pública da Divisão de Estatística da ONU (UNSD)
Quantidade total de materiais — biomassa, combustíveis fósseis, minérios metálicos e minerais não metálicos — consumida diretamente na economia de um país (extração doméstica + importações − exportações), por habitante. É a medida de pressão material do consumo nacional adotada pelos ODS. Triagem de plausibilidade do IBLR: estimativas publicadas na base com valores fisicamente impossíveis (não positivos ou acima de 110 t/hab) ou incoerentes com os registros reportados do próprio país (divergência superior a 3×) são excluídas integralmente; nenhum valor é corrigido ou reescalado pelo IBLR.
Licença: Uso permitido com atribuição (termos da UNSD) · documentação da série
Emissões de CO₂ per capita (excl. LULUCF)
toneladas de CO₂ equivalente por habitante ao ano
Fonte: EDGAR (Comissão Europeia/JRC), via Banco Mundial — World Development Indicators
Série EN.GHG.CO2.PC.CE.AR5 · 1990–2024 · extração via API pública do Banco Mundial
Emissões de dióxido de carbono por habitante, métrica AR5, excluindo uso da terra e florestas (LULUCF). Base EDGAR do Joint Research Centre da Comissão Europeia, redistribuída pelo Banco Mundial.
Licença: CC BY-4.0 (Banco Mundial) · documentação da série
Resíduos eletrônicos gerados per capita
quilogramas por habitante ao ano
Fonte: ONU — Base Global de Indicadores ODS (indicador 12.4.2; dados UNITAR/Global E-waste Statistics Partnership)
Série EN_EWT_GENPCAP · 2000–2024 · extração via API pública da Divisão de Estatística da ONU (UNSD)
Quantidade de equipamentos eletroeletrônicos descartados por habitante, conforme a metodologia do Global E-waste Statistics Partnership publicada na base ODS da ONU. Triagem de plausibilidade do IBLR: estimativas publicadas na base com valores fisicamente impossíveis (não positivos ou acima de 35 kg/hab, quando o máximo mundial em registros reportados é ~29 kg/hab) são excluídas integralmente; nenhum valor é corrigido ou reescalado pelo IBLR.
Cobertura parcial: apenas os países que reportam esta série à base ODS da ONU aparecem no gráfico (32 países no recorte atual, após triagem de plausibilidade). O Brasil ainda não consta nesta série — o IBLR não estima valores não publicados.
Licença: Uso permitido com atribuição (termos da UNSD) · documentação da série
Critérios do observatório
Seleção de países
São exibidos os 137 países com população igual ou superior a 3 milhões de habitantes em 2024, para manter a leitura do gráfico possível. A classificação regional segue o Banco Mundial.
Interpolação para animação
Para a animação temporal, valores entre dois anos observados são interpolados linearmente. Não há extrapolação: antes da primeira observação ou depois da última, o país simplesmente não aparece. Valores interpolados são marcados com “≈” nas leituras individuais.
Lacunas são exibidas, não preenchidas
Quando um país não reporta uma série (caso do Brasil em resíduos eletrônicos na base ODS), ele fica fora do gráfico naquele recorte. O observatório indica a lacuna em vez de estimar o valor.
Origens de dados
Cada série declara origem (estatística pública internacional ou, em fase futura, série própria verificada do ecossistema IBLR) e natureza (dado observado, estimativa modelada ou indicador derivado). Origens distintas nunca são somadas nem combinadas em uma mesma série.
Camada de energia
As séries de uso de energia, intensidade energética e participação de renováveis vêm dos World Development Indicators do Banco Mundial, com origem em balanços energéticos nacionais e nos indicadores ODS 7.2.1 e 7.3.1. A leitura que conecta energia, eficiência e fluxos materiais é inspirada na literatura de metabolismo industrial — entre ela, a obra de Robert U. Ayres e Edward H. Ayres sobre a fronteira da energia —, sem reprodução de texto nem atribuição de dados a essa fonte.
Correlação e causalidade
Os cruzamentos mostram associações e trajetórias, não mecanismos causais. As leituras editoriais de cada preset apontam explicitamente esse limite.
Inspiração e atribuição
A forma de exploração — bolhas animadas no tempo, com eixos configuráveis — é inspirada no trabalho de visualização estatística popularizado pela Fundação Gapminder. Os dados exibidos aqui vêm diretamente das fontes primárias listadas abaixo, cada qual com sua licença.
Atualização
As séries foram extraídas das APIs públicas das fontes em setembro de 2026. O processo de extração é reproduzível e está versionado junto com o site; a data de extração vale para todas as séries exibidas.
Agrupamento regional conforme a classificação vigente do Banco Mundial, na qual o grupo “Oriente Médio e Norte da África” passou a incluir Afeganistão e Paquistão a partir de 2024.
Data de extração das séries: setembro de 2026.
Este observatório exibe exclusivamente estatísticas públicas internacionais. Ele não contém — e não conterá, até que existam com verificação e fonte — números operacionais de logística reversa do IBLR ou de seus futuros parceiros.
Preparado para as séries da logística reversa brasileira
A arquitetura deste observatório foi desenhada para, em fase futura, receber séries próprias das cadeias acompanhadas pelo IBLR — toneladas rastreadas, pontos de entrega, materiais recuperados e evidências de destinação — sempre com a mesma exigência de fonte, verificação e método que se aplica aos dados internacionais exibidos aqui.